quinta-feira, 21 de maio de 2015

De que tipo de líder precisamos no Brasil ?


É comum as pessoas pensarem que qualquer ocupante de cargo de comando exerce a liderança. Na percepção da maioria todos os Chefes de Estado seriam líderes. Podem até ser. Mas o que precisamos não são apenas de chefes ou fracas lideranças, mas de líderes de qualidade, líderes que indiquem caminhos sustentáveis para a sociedade em que vivem. Líderes que tenham a coragem de promover as mudanças necessárias. Líderes que inspirem outras pessoas a seguirem o mesmo caminho, através do convencimento, da grandeza de visão, de exemplos cotidianos baseados em princípios e na confiança.


Por onde andam os líderes que todos nós precisamos? Na política, serviço público, esportes, empresas, universidades, religiões? Por onde? Como está difícil encontrá-los nos dias de hoje! 

CRUZAMENTOS

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Quantas pessoas já perderam a vida em CRUZAMENTOS? É preciso intervir para elevar atrito na pista e melhorar a sinalização tanto vertical como horizontal. Em cruzamentos mais perigosos, deve-se aumentar a aderência pneu-pavimento, para que os motoristas possam ter pilotos automáticos acionados e redobrar atenção.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

EDUCAÇÃO
CAMINHO PARA GARANTIR UMA ALAGOAS SUSTENTÁVEL
UMA REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO            

Quais são as bases para uma Educação Integral, Cidadã e de Qualidade com formação de pessoas proativas e empreendedores sociais em Alagoas? 

        Os governos estão focados com a quantidade de pessoas nas escolas, mas não demonstram o mesmo foco em relação à qualidade, ou não conseguem, por diversos motivos. São vários os fatores que determinam uma Educação no caminho da excelência. Noruega e outros países como os EUA podem servir de modelo para inovação nos processos educacionais.

Como promover uma revolução no ensino médio e profissionalizante de Alagoas, educar as pessoas, para que a partir do poder transformador da aprendizagem completa, integral e empreededora, aumentem suas competitividades no atual mundo complexo, incerto, da velocidade do conhecimento, cheio de turbulências e de riscos?

A análise da qualidade do sistema educacional de Alagoas mostra falhas cruciais nos três ativos: físico, orçamentário-financeiro e humano. Não há integração nem eficácia entre os diversos sistemas e subsistemas internos da Secretaria de Educação do Estado.
        
As escolas públicas não preparam os alunos para o mundo atual. No século XXI, é imprescindível ampliar competências e, sobretudo, adotar projeto e metodologia pedagógica, que permitam ao estudante aprender a pensar e agir de forma sistêmica, com capacidade de liderar a si e outras pessoas. Promover o autoconhecimento, exercitar mentes em todo o potencial, facilitar na identificação ou descoberta de sonhos individuais dos alunos e orientar para que coloquem no papel ou no computador, a fim de permitir que o propósito mental (automotivação) de cada um trabalhe na direção da concretização. Além disso, preparar para a cidadania. Tudo isto precisa e deve ser feito, já a partir do ensino fundamental e dos primeiros anos de escola.

         As falhas na formação educacional começam ainda nos primeiros anos de escolaridade e se estendem até níveis superiores. Os estudantes não adquirem a capacidade para utilizar, simultaneamente, as três inteligências: lógica, emocional e operacional. Estudam, aprendem algo, mas permanecem com partes do cérebro subutilizadas. Isto faz com que os resultados obtidos não sejam os melhores, tanto na vida pessoal como profissional. É necessário mudar projeto pedagógico – grade curricular, metodologia de ensino, e melhor aproveitar o potencial dos estudantes. Os sistemas administrativos e educacionais precisam ser processados no caminho da eficácia e da eficiência, ou seja, primeiro fazer o que precisa ser feito e, segundo, de modo bem feito.
         
         Se desde o início da vida escolar forem trabalhadas outras inteligências dos alunos como a intrapessoal, interpessoal, autocontrole, capacidade empreendedora, certamente, um maior percentual de estudantes levará para a vida pessoal, profissional e social, posturas – comportamentos e atitudes, que permitirão uma convivência social equilibrada e resultados mais positivos.

     As novas tecnologias disponíveis para a Educação precisam estar inseridas no ensino médio e profissional, serem utilizadas de modo pedagógico e didaticamente corretos, facilitando o uso de metáforas, histórias e casos reais, para permitir que um leque maior de conhecimentos sejam repassados e absorvidos.


     Dessa maneira, dar-se-á um salto de qualidade na formação de estudantes do ensino médio e futuros profissionais com competências e inteligências voltadas ao século XXI.

      Gestão da Secretaria de Educação
       O fator mais importante para que a Gestão da Educação no Estado de Alagoas consiga trabalhar em equipe e venha a obter os resultados desejados é o nível de confiança entre o corpo docente, corpo administrativo e a alta direção da secretaria.

Vários casos administrativos mostram que, quando há alto grau de confiança, garantida a partir da integridade das ações do gestor e de outras competências colocadas em prática – técnica, humana, conceitual, o processo de trabalho flui com maior motivação e produtividade.

A implantação de um clima organizacional interno de sinergia positiva é essencial, para que as metas e objetivos traçados possam ser plenamente alcançados.

Metas e propostas para o período de 2015 a 2018
          Algumas metas são importantes para garantir os resultados desejados:

         - Implantação de um processo de administração eficaz nos três ativos da Secretaria de Educação. Sem isto, não há como ter excelência na educação;

      - Implantação de um sistema de manutenção da estrutura física das escolas com planejamento e execução de serviços preventivos e corretivos para o período de férias escolares. Eventualmente, em casos isolados, os serviços poderão ser feitos nos horários em que não houver aula, por exemplo, aos sábados e domingos;

         - Criação de um setor ligado ao gabinete do secretário(a) para elaborar projetos educacionais específicos, com o objetivo de captar recursos extra-orçamentários junto ao MEC e outras instituições públicas ou privadas;

         - Implantação de um programa de tempo integral nas escolas (naquelas que for possível), que prepare os alunos nas 4 necessidades: mental, física, emocional/social e espiritual;

         - Implantação de um programa estratégico com o objetivo de aproximar os pais das escolas e integrá-los no processo de formação e educação dos filhos;

         - Investir em bibliotecas atualizadas e implantar projeto, que facilite o hábito da leitura junto aos estudantes.

Outras propostas gerais:
- Avaliar casos pontuais de falta de vagas nas escolas; usar sistemas de informação para melhorar a eficiência das matrículas e distribuição de vagas;

- Aumentar número de vagas;

- Implantar gestão em rede nas escolas, para ajudar a racionalizar a aplicação dos recursos e a criar homogeneidade no desempenho educacional;

- Reduzir custos por meio do aumento da eficiência administrativa;

- Criar incentivos para que os pais monitorem a frequência dos filhos e a qualidade de ensino;

         - Aumentar a carga horária das aulas de português e matemática;
         - Investir em políticas de valorização profissional de professores;
- Garantir gestão democrática nas escolas da rede estadual;

     - Aumentar o tempo de planejamento dos professores no local de trabalho;

- Avaliar o número de alunos por sala de aula;

    - Atualizar o plano estadual de Educação com participação das comunidades;

         - Investir nos professores e gestores escolares, por meio de formação continuada, melhoria das condições de trabalho e preparar gestores, para que usem novos paradigmas no processo administrativo;

      - Celebrar um pacto social em prol da valorização da escola e dos profissionais da educação;

         - Resgatar a dignidade e o respeito ao professor, através de conceitos cívicos básicos de respeito à vida e à convivência;

      - Dotar as escolas de infraestrutura tecnológica, coerente com o momento vivido; biblioteca com acervo de qualidade;

      - Implementar experiências de colaboração interestaduais, com a participação e comprometimento do Estado e da União;

        - Implementar e fomentar mecanismos de gestão democrática e controle social das políticas educacionais no âmbito do Estado;

          - Implementar políticas efetivas de valorização do magistério;

          - Produção e sistematização de índices quantitativos e qualitativos para avaliar o processo de inclusão periodicamente;

          - Elaboração de políticas de inclusão que promovam e facilitem o estabelecimento de vínculos entre os alunos com e sem deficiência;

           - Inserção do tema da inclusão nas reuniões dos conselhos de escola e no Conselho Estadual de Educação, através de ampla participação dos atores envolvidos;

           - Promoção de cursos de formação continuada na área da Educação especial/inclusiva;

            - Ampliação das parcerias com as instituições especializadas, com o aporte de recursos do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), para a oferta do atendimento educacional especializado no contraturno da escola regular;

      - Implantar cultura de automotivação nas escolas por parte de professores e pessoal administrativo, no sentido de inspirar alunos a descobrir a energia motivacional que está dentro deles.


       Estas são apenas algumas das propostas que promoverão uma mudança nos resultados e criarão condições para se fazer uma revolução na Educação de Alagoas, com reflexos futuros quer seja na convivência social, como no aspecto econômico e ambiental, formação de empreendedores sociais, geração de empregos e renda.



Edinaldo Marques
Professor desde 1976 (35 anos de ensino), dos quais 34 na Ufal
Engenheiro Civil
Pós-Graduado em Administração de Empresas
Palestrante e Consultor
Membro da Academia Maceioense de Letras
Autor de 4 livros
@EdinaldoMarques (twitter)
@EdinaldoMelo (facebook)
edinaldo_melo50@hotmail.com


 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

RECAPEAR NÃO É O ÚNICO REMÉDIO


Saiu nos telejornais de hoje a notícia de que Maceió passará por um recapeamento de suas ruas e avenidas. A estimativa inicial é de 50 km de vias.

Apesar de ser uma solução técnica para muitos casos, não é a única solução que deveria ser adotada. Há ruas que precisam de um “remédio” mais profundo. Senão, o novo recapeamento reproduzirá os mesmos defeitos do pavimento antigo.

A fresagem, ou corte e retirada do revestimento antigo a ser feita antes do recapeamento é correta, pois evitará que o greide se eleve e venha prejudicar a drenagem superficial e segurança dos pedestres. O ideal seria fresar e reciclar o material resultante. Assim, tornaria a solução sustentável e ecologicamente correta.

Um dos problemas do recapeamento e de qualquer investimento é garantir o retorno do que será gasto. O tempo de vida útil não deve ser inferior a 10 anos. Se o recapeamento apresentar defeitos prematuros é uma prova de que a solução técnica não foi correta.

Antes de recapear é preciso interagir com órgãos que fazem obras enterradas – Casal, Eletrobras, Algás etc para não ocorrer de se fazer um recapeamento e, logo depois, precisar cortar o revestimento novo, a fim de executar alguma obra enterrada.


A interferência de serviços públicos e privados nos pavimentos é algo que merece um planejamento integrado, para não causar prejuízos ao poder público e à população.

EDINALDO MARQUES
Engº Civil, Professor e Consultor
@EdinaldoMarques (twitter)
@EdinaldoMelo (facebook)
edinaldo_melo50@hotmail.com

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Só pessoas competentes, resolvem?



Se analisarmos casos de sucesso ocorridos em diversas organizações ou empresas chegaremos a uma conclusão: contar só com pessoas competentes não resolvem os problemas. Onde resultados são positivos e sustentáveis existe a presença de alguém, que inspire e libere outros talentos: uma liderança verdadeira e eficaz. Nos dias atuais, um líder eficaz produz enorme diferença e sua presença é indispensável para melhorar o desempenho da empresa ou do órgão público e alcançar melhores resultados.

Entre outras características, um líder eficaz, hoje, precisa ser uma pessoa ética e ter uma visão ampla do mundo, entender a realidade do mercado, ter coragem para tomar decisões, entre inúmeras outras virtudes.

Para que dê certo no comando o líder precisa ter credibilidade, ou seja, o responsável pela liderança deve demonstrar com ações e, principalmente com exemplos, que merece a confiança. Este é o ponto indispensável para que os colaboradores e/ou servidores passem a compartilhar as ideias do seu líder.

O chefe é a pessoa que dá a decisão final. Nos diversos setores das empresas outros coordenadores assumem a gestão das pessoas. Se esses cargos forem exercidos por pessoas que, além de chefiar, também liderem com eficácia, os papéis a serem desempenhados deixam a desejar.

E quais são as características e competências? Qualquer um pode ser líder? As pessoas que chegam ao topo da empresa são líderes? Vamos responder a cada uma dessas interrogações.

Líderes são pessoas muito especiais. Possuem alta credibilidade, como já dissemos. São, na verdade, super-pessoas. Por isto é que são tão poucos e tão procurados. Não abrem mão de princípios, são empreendedores, estrategistas, planejadores, criativos, perseverantes, acessíveis, contadores de histórias, solucionadores de problemas, críticos, têm foco, refletem os erros cometidos, absorvem a adversidade, conseguem mudar continuamente, constróem alianças, têm energia, inspiram outras pessoas, usam o poder de maneira responsável e justa etc.

Porém, uma pessoa comum, pode se transformar num líder. A liderança, por ser uma virtude, pode ser incorporada por qualquer pessoa. Logo, não é correto dizer que alguém já nasce líder. Na verdade, os atributos de liderança são adquiridos ao longo da vida e de diversas maneiras.

No dia em que entendermos com clareza a importância do papel dos líderes eficazes na gestão de órgãos públicos e de empresas, daremos um passo decisivo no sentido de mudar os resultados desse país. O Brasil tem tudo para ser uma grande nação. Mas isto somente se tornará uma realidade, quando tivermos muitos líderes eficazes nos comandos.

Outro ponto importante: o líder ideal depende do grupo a ser comandado e da situação. Portanto, nem sempre o líder com melhores características atende com a mesma eficácia a uma dada situação.

São muitas as pesquisas sobre as virtudes de uma liderança. Este tema deveria ser estudado já no ensino básico e fundamental. Também nos cursos de nível superior, seja qual for a área do conhecimento, o assunto liderança deveria estar presente. Infelizmente, isto não ocorre.

Existe um modelo ultrapassado, mas ainda muito empregado no Brasil. As pessoas administram apenas com a intuição ou falsa experiência. E o pior: não sabem liderar corretamente e nem entendem que a liderança sempre deve vir antes da gestão. Nem sempre as pessoas que chegam ao topo de uma organização são as mais aptas para exercer a liderança.

Possuir em uma empresa ou órgãos públicos pessoas apenas competentes não resolverá o problema. Além de técnicos competentes é necessário talento e várias outras habilidades. Sem dúvida, a principal habilidade é a liderança.

EDINALDO MARQUES
Engenheiro Civil, Professor e Consultor
@EdinaldoMarques (twitter)
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edinaldo_melo50@hotmail.com

Como você decide?



Cada um de nós tem um imenso poder: o de decidir. E, este, não pode ser repassado para nenhuma outra pessoa. Cabe a nós escolher o que fazer com a nossa vida. Somos a força criativa do nosso próprio destino. Não é correto dizer que a culpa por qualquer coisa é da sociedade, do governo ou dos pais. O que temos, ou alcançamos na vida, é consequência daquilo que decidimos. Afinal, em essência, somos seres pró-ativos, mesmo que não queiramos reconhecer.

A história seguinte traduz o que dissemos antes: “Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas, ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem as férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

– O que você vai fazer? – perguntou a irmã. – Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E, assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.

– Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

– Depende de você. Ela está em suas mãos!”

O que alcançamos de bom ou de ruim tem uma explicação. Na vida real o que impera é a "lei da fazenda". Temos que preparar o terreno, plantar a semente, fertilizar, cultivar, aguar, semear para poder colher.

A maior e mais difícil batalha da vida ocorre dentro de nós mesmos. E a mais difícil vitória é a do eu.

Edinaldo Marques
Engº Civil, professor e consultor
@EdinaldoMarques (twitter)
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edinaldo_melo50@hotmail.com

É preciso cuidar mais da limpeza



Há pequenas coisas, que são de grande importância e podem ser postas em prática por uma gestão municipal, mas que, às vezes, podem passar desapercebidas pela população: o serviço de limpeza do meio-fio das vias, linhas d’água e do canteiro central da principal via de chegada e saída de Maceió, avenida Fernandes Lima.

Desobstruir a seção de escoamento das águas da chuva e manter meio-fio pintados é uma providência, que tem quatro aspectos positivos: limpeza pública, maior segurança, drenagem urbana e melhoria do aspecto visual.

A prefeitura e a população poderiam fazer um pacto, definindo os pontos de responsabilidade do município e aqueles da competência de cada morador. É desagradável ver a cidade de Maceió apresentar qualquer entulho (areia mais mato) ou materiais recicláveis (latinhas e copos descartáveis) na linha d água das vias, entrada das caixas coletoras.

A solução para uma limpeza eficiente do lixo em Maceió depende de todos. O município pode fazer a sua parte, melhorar o sistema de operação de recolhimento do lixo, introduzir novas lixeiras nas vias públicas para que o lixo seja devidamente depositado. Falta a cooperação de parcela da população, que insiste em colocar lixo nas ruas. A sociedade precisa colaborar mantendo a cidade limpa, conscientizar-se que limpeza pública é saúde, entender que o serviço de limpeza é financiado pelo povo, a partir do recolhimento dos impostos.

Ainda no domingo (21 de abril de 2013), quando caminhávamos na orla de Maceió - trecho da avenida Silvio Viana, a linha d’água estava tomada por copos de água mineral jogados na rua. Um absurdo!

Tanto na orla da pajuçara, como na periferia da cidade, a limpeza pode melhorar. O trabalho de manutenção de vias e de toda cidade deve ser constante e levar em consideração, que cidade limpa é aquela que não se suja.

O inverno dá sinais de que pode estar próximo e vamos ter menos problemas com a microdrenagem.

Para uma cidade que depende essencialmente do turismo para crescer economicamente, a limpeza pública é uma questão de sobrevivência. Uma recente pesquisa constatou que a maior exigência do turista internacional quando vem ao Brasil é o item limpeza.

Edinaldo Marques
Engº civil, professor e consultor
@EdinaldoMarques (twitter)
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edinaldo_melo50@hotmail.com